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DATA
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COMPETENCIAS
/ HABILIDADES
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CONTEÚDO
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METODOLOGIA
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RECURSOS
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AVALIAÇÃO
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OBSERVAÇÕES
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1ª
Aula
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- Descobrir
diferentes formas de conhecer-se e a importância do outro para esse
conhecimento.
- Compreender a
importância das amizades interpessoais para o amadurecimento do individuo.
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Profanos e Sagrados
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Estudo detalhado sobre o que é o profano e sagrado dentro das religiões.
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Leitura compartilhada.
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Textos e/ou livros
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-
Alguns materiais de apoio como: slides, vídeos, imagens e textos foram
entregues em formato digital, nas escolas, pelo coordenador técnico.
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2ª
Aula
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Que sou eu? Identidade, caráter e temperamento.
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Aula explicativa baseada no que seria a identidade humana.
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O aluno deve fazer uma descrição sobre como ele se vê e como vê seu próximo.
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Quadro
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Observação
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3ª
Aula
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Quem é o próximo?
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Debate sobre quem é seu próximo.
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-Auto
avaliação
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4ª
Aula
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Eu sem o outro não me conheço.
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Debate e auto análise sobre o quanto
eu preciso do outro.
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Avaliação objetiva
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Plano de Aula - Ens. Religioso - 3ª etapa - Maio
Plano de Aula - Ens. Religioso - 4ª etapa - Maio
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DATA
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COMPETENCIAS
/ HABILIDADES
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CONTEÚDO
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METODOLOGIA
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RECURSOS
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AVALIAÇÃO
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OBSERVAÇÕES
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1ª
Aula
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- Compreender a ideia de Transcendente.
- Reconhecer as práticas de reflexão do homem
diante do Transcendente.
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A ideia do transcendente se constrói de diversas maneiras.
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Conceituar o transcendente em aula expositiva com leitura dialógica.
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Data show e slides.
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Atividade escrita.
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Alguns materiais de apoio como: slides, vídeos, imagens e textos foram
entregues em formato digital, nas escolas, pelo coordenador técnico.
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2ª
Aula
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3ª
Aula
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O transcendente é um só com diferentes nomes.
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Apresentar o transcendente como
expressão cultural de um povo, através de imagens e texto dirigido.
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Imagens;
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Data show;
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Slides.
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4ª
Aula
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Informes ANPUH
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Informe ANPUH
| Prezadas(os) associadas(os) e colegas, Somos demandados a todo o momento por explicações e às vezes até previsões sobre os muitos e velozes acontecimentos que permeiam as experiências sociais em diferentes tempos e espaços. Pensarmos nas múltiplas maneiras de formação histórica na atualidade não se configura em tarefa fácil, requer um olhar atravessado por outros referenciais de tempo, de identidade, de memória e também de história. Numa sociedade marcada por inúmeras linguagens, possibilidades e formas de ver, sentir e apreender o mundo, quais referenciais explorar? Como fazer dialogar demandas, expectativas e limites interpostos ao trabalho diário com a construção do pensamento histórico, de modo específico, no espaço da educação escolar? O que consideramos fundamental ao professor ensinar e aos alunos aprenderem nas aulas de História? Entendemos que essas indagações expressam inquietações de diferentes sujeitos que atuam em diversos espaços da sociedade, mas, especialmente, dizem respeito aos profissionais de História e, por isso, sobre elas propomos dialogar neste boletim. Ao conjunto dessas indagações podemos relacionar uma ampla gama de aspectos, como por exemplo: o papel do conhecimento histórico na contemporaneidade; a sua natureza formativa; seu lugar no currículo escolar; a necessidade da definição de conteúdos ou a construção de parâmetros sobre o que ensinar em um país tão diverso; a formação de profissionais capazes de responder de forma coerente e condizente às demandas apresentadas; e as relações indissociáveis entre a atuação dos professores nos diferentes níveis da educação básica e aqueles que atuam no ensino superior, na formação inicial. Ao apontarmos algumas das múltiplas e complexas dimensões que constituem as perguntas acima, nossa intenção é chamar a atenção da área e dos que nela atuam para a necessidade urgente da reflexão sobre uma das mais importantes dimensões do trabalho do Historiador em nosso país o Ensino no momento mesmo em que o lugar da disciplina é colocado em discussão. No atual contexto de reordenamentos político-educacionais dirigidos aos diferentes níveis da organização escolar, nos deparamos com a exclusão da História dos currículos dos primeiros anos de escolarização sob a justificativa da necessidade de maior espaço para o trabalho com aquisição e domínio da leitura, da escrita e do desenvolvimento do raciocínio matemático; com a diminuição da quantidade das aulas de História nos anos finais do ensino fundamental para implementação de projetos pedagógicos ou de disciplinas que, nomeadas de diferentes formas, são destinadas a trabalharem temáticas como ética, cidadania, cultura, diversidade, entre outras; com a ausência de uma ampla discussão sobre as reformas curriculares que têm ocorrido por todo o país, após o longo período de implantação com as devidas adaptações e negações das orientações expressas nos Parâmetros Curriculares Nacionais, desde a segunda metade da década de 1990. A tríade formação, currículo e prática docente configura um contexto de embates acadêmicos, políticos e institucionais que, a despeito das conquistas alcançadas nas últimas décadas quanto à qualificação e valorização da disciplina História no cotidiano escolar, vem deixando em constante estado de alerta os profissionais que trabalham nas diferentes instâncias educacionais. As reformas educacionais que compõem a atual agenda para o ensino médio, por exemplo, propugnam um novo perfil para esse nível escolar, ao ter se tornado etapa conclusiva da Educação Básica após a LDB 9394/96. Compõe ainda tal formulação um currículo organizado por áreas de conhecimento baseado nos princípios da flexibilização, interdisciplinaridade e contextualização que objetiva não a eliminação dos conhecimentos específicos advindos das disciplinas tradicionais do currículo, mas a sua articulação através de práticas pedagógicas que transformem conhecimentos compartimentados em saberes significativos para a formação dos alunos. As orientações apresentadas nos documentos oficiais apontam como objetivos a busca de identidade pedagógica e o sentido formativo para o ensino médio. Por outro lado, as discussões suscitadas em diferentes espaços como escolas, universidades, sindicatos e associações afirmam a necessidade de uma ampla discussão na sociedade para o aprofundamento de tais questões, tendo em vista seus desdobramentos na organização escolar e as perspectivas de formação para as futuras gerações. Em relação à disciplina História, entendemos que a discussão não passa apenas pelo quantitativo da carga horária semanal que lhe será destinada, embora seja este um elemento importante no cotidiano da escola e para o trabalho do professor, mas, principalmente, pelas definições quanto ao papel do conhecimento histórico na formação de sujeitos capazes de "ler o mundo", como nos dizia Paulo Freire, e nele atuar em sua plena cidadania. As questões acima apontadas não passam ao largo das discussões dos profissionais de História, pelo contrário, compõem as preocupações de um conjunto significativo das pesquisas sobre o ensino de História, sobretudo, no que diz respeito ao lugar do saber histórico escolar na educação básica e ao diálogo ou a ausência deste com a prática docente, na formação inicial dos futuros professores. Para além das problemáticas que nos suscitam inquietações e chamamentos a uma atuação comprometida com a construção do conhecimento histórico nos diferentes lugares de sua produção, cabe-nos também destacar as conquistas obtidas pelas lutas de valorização e investimentos na formação docente, a exemplo do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência). Este programa prevê a melhoria na formação dos futuros professores das diferentes áreas do conhecimento através da inserção do licenciando no universo escolar, sob a orientação de um professor do curso de graduação ao qual está vinculado, para o desenvolvimento de projetos pedagógicos em conjunto com a professora, os alunos e a comunidade escolar. No que concerne a tal iniciativa vale salientar a importância das relações que se estabelecem entre os distintos espaços de formação e, mais ainda, entre os diferentes sujeitos alunos licenciandos e crianças, jovens e adultos das escolas, professores das universidades e das escolas, supervisores e gestores de ambas as instituições. No entanto, cabe-nos, do mesmo modo, chamar a atenção para que o objetivo do programa não se modifique ao longo da sua existência transformando-se em mais um lugar de pesquisa sobre os professores e a educação escolar e menos em um espaço de problematização sistemática das práticas docentes. Ressaltamos aqui as possibilidades de um diálogo profícuo entre as experiências acadêmicas e escolares; entre os conhecimentos da teoria e metodologia da História adquiridos na formação inicial e suas indissociáveis relações com as especificidades que constituem o trabalho com o saber histórico escolar. Desse modo, consideramos que as preocupações e os questionamentos que se propagam pelo país afora acerca das dificuldades e das possibilidades que envolvem o trabalho com a formação inicial e continuada dos professores de História, bem como sua atuação nos diferentes níveis da escolarização básica e superior devam ser incentivadas em iniciativas que agreguem discussões coletivas. Com o objetivo de contribuir para o aprofundamento dessas discussões e, eventualmente, estabelecer estratégias de ação para a nossa área, a ANPUH/BR e o GT de Ensino de História e Educação estão organizando uma jornada de debates a ser realizada no dia 29 de maio, no departamento de História da USP (Jornada de História - Currículo da Educação Básica e Formação do Historiador: questões atuais e perspectivas). Fica assim, o nosso convite! Em breve divulgaremos no site e no Facebook da ANPUH o programa desse evento, que pretendemos transmitir online para facilitar a participação de todos os interessados. Saudações a todas(os) Diretoria da ANPUH/BR |
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Nos colégios militares, golpe de 1964 é ensinado como 'Revolução'
Livro de História editado pelo Exército, usado pelos 14 mil alunos de todas as unidades, é alvo de críticas de especialistas.
Sem precedentes nos anais dos levantes políticos sul-americanos, a Revolução de 1964 foi levada a efeito, não por extremistas, mas por grupos moderados, respeitadores da lei e da ordem.” No dia em que o golpe militar completa 50 anos, ler essa frase pode soar até como provocação. Mas não é. O trecho é apenas uma das polêmicas passagens do livro didático “História do Brasil — Império e República”, da Coleção Marechal Trompowsky, utilizado por mais de 14 mil alunos nos 12 colégios militares do país.
Historiadores acusam a obra de ser “enviesada”. Em suas páginas, estudantes do 7º ano do ensino fundamental aprendem que, mesmo com os subsequentes atos institucionais que suspendiam as eleições diretas e cassavam direitos políticos de opositores, “o Brasil continuava no rol das democracias”. Quando ex-políticos uniram-se para formar a Frente Ampla e pedir a volta do estado democrático de direito, o livro ensina que “o diálogo proposto pelo Governo não encontrou a necessária receptividade”.
Mesmo dentro dos Colégios Militares, o livro encontra resistência. No ano passado, a professora Silvana Pineda, de História do Colégio Militar de Porto Alegre, negou-se a utilizar o livro. Ela foi então realocada para outros cargos, o que a motivou a impetrar um mandado de segurança para poder voltar a ensinar. Em maio do mesmo ano, a Justiça lhe concedeu o direito, e Silvana retornou ao trabalho.
Tudo é explicado em sucessões de fatos, onde as medidas tomadas são uma resposta aos “subversivos”. O AI-5, por exemplo, entrou em vigor para “combater atividades terroristas praticadas por diferentes organizações integrantes do Partido Comunista”. Em nenhum momento casos de tortura são mencionados.
Os alunos só ficam sabendo que houve “guerrilhas subversivas”, e que no seu combate, “quer na área urbana quer na rual, o Governo reprimiu e eliminou as facções comunistas engajadas na luta armada, porque a preservação da ordem pública era condição necessária ao progresso do País”.
Os alunos só ficam sabendo que houve “guerrilhas subversivas”, e que no seu combate, “quer na área urbana quer na rual, o Governo reprimiu e eliminou as facções comunistas engajadas na luta armada, porque a preservação da ordem pública era condição necessária ao progresso do País”.
Pulicada pela primeira vez em 1998 pela Biblioteca do Exército (Bibliex), a obra nunca passou por uma avaliação fora dos muros da caserna. A Bibliex não inscreveu o livro no Plano Nacional do Livro Didático (PNLD), do Ministério da Educação, que analisa e seleciona títulos como recomendações a escolas públicas e privadas do Brasil. O motivo é que, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, as Forças Armadas têm autonomia em seu sistema de ensino, dando competência ao Ministério da Defesa, e não ao MEC, de administrar os colégios militares.
Para a historiadora do Instituto Federal de Educação do Rio, Pâmella Passos, o livro reproduz as ideias pregadas pelo regime:
— Um livro didático que reproduz o discurso legitimador de um estado ditatorial incorre diretamente nos riscos de contribuir com a formação de jovens que naturalizam o desrespeito às instituições democráticas e às práticas de tortura, visto que os trechos desse livro não aprofundam nem problematizam episódios importantíssimos, como AI-5 e guerrilhas.
Fonte: O Globo
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